terça-feira, 14 de março de 2023

COLETIVO PROPÕE CRIAÇÃO DA COMISSÃO DE CONFLITOS FUNDIÁRIOS NO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO


A questão habitacional é sem dúvida um dos maiores dilemas da população brasileira.

Aqui na cidade de Ribeirão, que tem um dos maiores PIBs do Brasil, a falta de moradia, de política habitacional e de projetos de habitação de interesse social obrigam milhares de famílias a ocuparem áreas para sobreviverem.

Não é à toa que a cidade já passa de mais de 100 ocupações urbanas e milhares de pessoas vivendo nas ruas. 

O problema se agrava ainda mais quando não há outra alternativa. Desde de 2016, a administração do Prefeito Nogueira, em Ribeirão Preto, não consegue entregar uma única moradia para as famílias de baixa renda.

O governo Temer e Bolsonaro, ao acabar com o programa Minha Casa Minha Vida, abandonou os projetos que estavam em tramitação, tanto do poder público como das Entidades Organizadoras, e não teve nenhum outro programa federal para substituir.

Apesar disso, o executivo insiste em processos de remoção de comunidades colocando terror nas famílias que buscam a única solução para sobreviverem, como foi o caso da ação truculenta ocorrida na última semana no bairro de Vila Elisa. 

O Coletivo Popular Judeti Zilli (PT), apresentou  para a prefeitura de Ribeirão Preto a indicação da Comissão de Mediação em Conflitos Fundiários. O objetivo é assegurar os direitos fundamentais das famílias mais vulneráveis, que correm risco de sofrer processos de reintegração ou despejo.

Veja a íntegra da indicação aqui: https://publico.camararibeiraopreto.sp.gov.br/.../downloa...

#ColetivoPopularRP


EMENTA: INDICO A CRIAÇÃO DA COMISSÃO DE

CONFLITOS FUNDIÁRIOS NO MUNICÍPIO DE

RIBEIRÃO PRETO

SENHOR PRESIDENTE,

CONSIDERANDO que em decisão publicada nessa segunda-feira (31/10), o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso atendeu em parte pedido de partidos e movimentos sociais e estabeleceu regras para reduzir impactos habitacionais e humanitários em caso de desocupações coletivas.

CONSIDERANDO que o Ministro Barroso considerou que despejos em meio à crise da Covid-19 poderiam prejudicar famílias vulneráveis. No fim de 2021, o ministro prorrogou a proibição de despejos até 31 de março de 2022. Depois, em uma terceira decisão, deu prazo até 31 de junho e, por fim, estendeu a proibição até 31 de outubro de 2022.

CONSIDERANDO que é grave o quadro de insegurança habitacional no Brasil. Segundo levantamento do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, divulgado na mídia em 13 de outubro de 2022, pelo menos 38.605 novas pessoas começaram a morar nas ruas em todo o Brasil desde o início da pandemia da Covid-19".


INDICO que se oficie ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal, no sentido de determinar, através dos órgãos competentes, o que segue:

1. A administração pública municipal criará, comissões de conflitos fundiários que sirvam de apoio nas ações de remoções judiciais. De início, as comissões precisam elaborar estratégia para retomar decisões de reintegração de posse suspensas, de maneira gradual e escalonada;

2. As comissões de conflitos fundiários devem realizar inspeções e audiências de mediação antes de qualquer decisão para desocupação, mesmo em locais nos quais já haja decisões que determinem despejos. Ministério Público, Defensoria Pública, Câmara de Vereadores, Associações dos Moradores, Ordem dos Advogados OAB e Conselho de Moradia devem participar;

3. Além de decisões judiciais, quaisquer medidas administrativas que resultem em remoções também devem ser avisadas previamente, e as comunidades afetadas devem ser ouvidas, com prazo razoável para a desocupação e com medidas para resguardo do direito à moradia, proibindo em qualquer situação a separação de integrantes de uma mesma família;

4. Enquanto não houver solução garantidora de direitos humanos, deve-se permitir a permanência das populações nos locais em que tiverem se estabelecido, adotando providências para a regularização de sua situação jurídica no local, ainda que temporariamente, garantindo-se o acesso a todos os serviços essenciais;

5. A retirada forçada de populações e a posterior destinação da área para outros fins públicos ou privados consolida a violação de direitos humanos ocorrida, e dá ensejo à reparação de todos os afetados pela privação sofrida, bem como é fundamento para obrigação do Estado de realocação em condições adequadas.


Sala das Sessões, 01 de novembro de 2022.

COLETIVO POPULAR JUDETI ZILLI

Vereadora - PT

terça-feira, 7 de março de 2023

CARTA PÚBLICA EM DEFESA DA ABERTURA DE UM CAMPUS DO IFSP EM RIBEIRÃO PRETO


O Coletivo popular Judeti Zilli (PT) esteve presente na noite desta segunda-feira, 6/03/2023, na Audiência Pública da Câmara Municipal para discutir a implantação de uma unidade do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia – IFSP – em Ribeirão Preto.


A discussão sobre o tema remonta aos anos de 2013, 14 e 15 com os vereadores Jorge Parada e Beto Cangussu (PT), que naquela época, trabalharam muito para trazer o instituto, conquistando inclusive a área municipal para este fim, como destaca trecho da carta: “A cidade de Ribeirão Preto quase chegou a ter um campus do IFSP. Em 2013, durante o processo de expansão, a Prefeitura assinou um Termo de Compromisso com o IFSP e cedeu ao Instituto o prédio da Escola Municipal Dr. Celso Charuri. O prédio da antiga fábrica Cianê também foi cedido ao IFSP, em 2014, que realizou inclusive algumas visitas técnicas ao local. No entanto, o processo de expansão foi interrompido e o campus na cidade não foi criado. Em 2022, a Prefeitura retomou o controle dos prédios que havia cedido ao Instituto.”


Agora, com a retomada do governo Lula, várias iniciativas estão sendo tomadas para de fato ser implantado o Instituto Federal em Ribeirão.

Veja a íntegra da carta:


FRENTE DE LUTA POR UM CAMPUS DO IFSP EM RIBEIRÃO PRETO. 



A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDBEN, Lei 9.394/1996, integrou a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) aos diversos níveis e modalidades de ensino. Atualmente, a EPT abrange desde cursos rápidos de qualificação profissional, passando por cursos técnicos de nível médio, até cursos tecnológicos de graduação e pós-graduação. Assim, a EPT, em suas dimensões relacionadas ao trabalho, à ciência e à tecnologia, é um segmento da educação que está estreitamente ligado à vida do trabalhador e ao seu desenvolvimento profissional, bem como, da sociedade e ao seu desenvolvimento socioeconômico, científico e cultural.  

Neste contexto, os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia foram criados em 2008 com o objetivo de ofertar a EPT, promover o desenvolvimento social, dinamizar os arranjos produtivos locais, gerar emprego e renda para a comunidade. Sua lei de criação, Lei 11.892/2008, instituiu a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, RFEPCT, a partir da junção de Escolas de Aplicação vinculadas a Universidades Federais, Escolas Técnicas e Agrotécnicas Federais, Centros Federais de Educação (CEFETs), o Colégio Pedro II (RJ) e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná, a UFTPR. Nos anos seguintes, o processo de expansão fez saltar de 140 unidades para mais de 560 em 2014. Atualmente, são mais de 650 unidades em 38 IFs em todos os estados da federação. A lei de criação também estabeleceu todo ordenamento jurídico dos institutos, entre eles, a necessidade de oferta de 50% das vagas em cursos técnicos, prioritariamente integrados ao ensino médio; 10% na modalidade PROEJA, e 20% das vagas em licenciaturas.

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, IFSP, criado partir do CEFET/SP contava, em 2008, com 10 campus. Entre 2009 e 2013 foram criados outros 19. Atualmente, o IFSP conta com 38 campus em funcionamento. De acordo com dados do Ministério da Educação, em 2022, eram mais de 50 mil estudantes matriculados, sendo mais de 11 mil em cursos técnicos integrados ao ensino médio e mais de 25 mil em cursos superiores.

A cidade de Ribeirão Preto quase chegou a ter um campus do IFSP. Em 2013, durante o processo de expansão, a Prefeitura assinou um Termo de Compromisso com o IFSP e cedeu ao Instituto o prédio da Escola Municipal Dr. Celso Charuri. O prédio da antiga fábrica Cianê também foi cedido ao IFSP, em 2014, que realizou inclusive algumas visitas técnicas ao local. No entanto, o processo de expansão foi interrompido e o campus na cidade não foi criado. Em 2022, a Prefeitura retomou o controle dos prédios que havia cedido ao Instituto.

O município de Ribeirão Preto destaca-se no estado de São Paulo por ser uma Capital Regional. Conforme definição do IBGE, as capitais regionais “possuem capacidade de gestão no nível imediatamente inferior ao das metrópoles, têm área de influência de âmbito regional, sendo referidas como destino, para um conjunto de atividades, por grande número de municípios”.  Dos maiores municípios do estado em dados demográficos, possui uma população estimada em mais de 700 mil habitantes fixos, fora a população flutuante, que também compõe sua dinâmica, por se tratar de um grande polo de desenvolvimento no interior de São Paulo, com destaques à sua produção intelectual, sendo um grande polo de universidades, escolas e de serviços, que abrangem todo o seu entorno regional.

A cidade pertence a Região Metropolitana de Ribeirão Preto (RMRP) formada por 34 municípios. Juntos, eles somam 1,75 milhão de habitantes e PIB de R$73 bilhões, de acordo com estimativa do IBGE. A RMRP foi instituída em 2016, pela Lei Complementar Estadual nº 1.290, agrupando os municípios em quatro sub-regiões:

Sub-região 1: Barrinha, Brodowski, Cravinhos, Dumont, Guatapará, Jardinópolis, Luís Antônio, Pontal, Pradópolis, Ribeirão Preto, Santa Rita do Passa Quatro, São Simão, Serrana, Serra Azul e Sertãozinho.

Sub-região 2: Guariba, Jaboticabal, Monte Alto, Pitangueiras, Taiúva e Taquaral.

Sub-região 3: Cajuru, Cássia dos Coqueiros, Mococa, Santa Cruz da Esperança, Santa Rosa do Viterbo e Tambaú.

Sub-região 4: Altinópolis, Batatais, Morro Agudo, Nuporanga, Orlândia, Sales Oliveira e Santo Antônio da Alegria.

A RMRP é fortemente polarizada pelo município de Ribeirão Preto, que exerce elevado grau de centralidade na Unidade Regional. Ribeirão Preto se destaca como município polo da região em função de seu papel de prestador de serviços regionais, onde se observam intensos fluxos de pessoas e mercadorias, em especial nos municípios de seu entorno imediato. Outras subcentralidades são exercidas pelos municípios de Jaboticabal e, em menor nível, Mococa e Orlândia, que se configuram como centros sub-regionais. Os municípios de Ribeirão Preto e Sertãozinho dividem funções e complementaridades com relação à dinâmica econômica regional: Ribeirão Preto, com a função de comércio e serviços regional, e Sertãozinho, a partir da concentração da atividade industrial, como polo industrial regional, atendendo às demandas da agroindústria regional para além da RMRP. 

A RMRP é um polo prestador de serviços, com grande destaque para o setor de comércio e áreas de saúde e educação. São também relevantes as atividades industrial e agrícola, sendo o ramo sucroalcooleiro e a metalurgia as mais significativas, com importância regional e nacional. Também realiza a Agrishow, a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina (2ª do mundo) movimentando bilhões de reais em negócios.

Ribeirão Preto é referência nacional em serviços de saúde: conta com 4 cursos de Medicina além de dezenas de outros cursos na área de saúde e abriga uma ampla rede de infraestrutura hospitalar. A cidade atrai milhares pessoas de todo Brasil para sua rede de consultórios, laboratórios, hemocentro e hospitais, principalmente para o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, que conta com mais de 7 mil profissionais da saúde. A conjunção de pesquisa e educação fazem da cidade um importante polo de tecnologia, com presença de indústrias farmacêuticas e de fabricação de equipamentos médicos e odontológicos, além de polo gerador de mão de obra qualificada. Esse setor encadeia-se diretamente com a rede de comércio e serviços de apoio (laboratórios, clínicas, comércio de equipamentos e material de saúde etc.) e com os segmentos industriais especializados.

Na área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, o Parque Tecnológico de Ribeirão Preto, Supera Parque, nascido da cooperação entre a Universidade de São Paulo (USP), a Prefeitura de Ribeirão Preto e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, atua como fomentador de inovações nas áreas de Saúde, Biotecnologia, Tecnologia da Informação e Bioenergia.

Destaca-se, ainda, o potencial turístico e de preservação ambiental da região, que conta com importantes reservas naturais, como a Floresta Estadual de Batatais, o Parque Estadual Vassununga e as estações ecológicas de Ribeirão Preto, de Jataí e de Santa Maria e o Aquífero Guarani, reservatório de água subterrânea. 

As demandas por políticas públicas e a prestação de serviços ao idoso é crescente. Simultaneamente, tem-se a diminuição da pressão sobre políticas públicas para os mais jovens, alterando substancialmente o foco das políticas sociais. Os municípios, o Estado e, inclusive, o governo federal devem estar preparados em face dessas questões. Sobre o envelhecimento da população, uma questão relevante é o fato de que a parcela mais idosa da População Economicamente Ativa (PEA) deverá permanecer ativa por um tempo maior. Há necessidade de se buscar o aumento da produtividade do trabalho. Dessa forma, as políticas de formação e qualificação profissional, de inovação e tecnologia, devem assumir um papel preponderante. Isso sem falar na qualificação profissional esporádica, em função das demandas empresariais.

Os planos municipais de educação discutidos e aprovados ressaltam a necessidade de investimento na formação profissional e tecnológica no município. Em todas as versões apresentadas ao longo da série história, é mantida a sugestão para que poder público implemente medidas visando a ampliação de oferta de vagas nesta modalidade de ensino para atender a demanda principalmente entre o público jovem em período de primeiro emprego. É de conhecimento geral a ausência de qualificação técnica de trabalhadores para atuação imediata em uma região de economia pujante, reafirmando a necessidade de concretização de instituições vocacionadas a oferta de EPT para alavancar as possibilidades formativas de jovens e adultos na Macro - Região de Ribeirão Preto. 

Quando analisamos a oferta de cursos de formação tecnológica e de capacitação para o mundo do trabalho, temos que a ação de educação profissional (formação inicial e continuada) de caráter includente e não compensatório, contribui fortemente para a inserção e atuação cidadã no mundo do trabalho, apresentando efetivo impacto para a consecução dos objetivos de geração de trabalho, emprego e renda.

Segundo levantamentos socioeconômicos da FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) – Panorama Regional RMRP, produzido a partir de oficinas regionais, as demandas referentes à educação, identificadas em processo de consulta popular, situam-se em quatro áreas: recursos humanos, construção e implementação de unidades educacionais, questões pedagógicas e serviços de suporte. Em síntese, a demanda principal é a de qualificação e valorização salarial. Há menção à necessidade de implantação de cursos de nível técnico e ampliação da oferta de cursos de terceiro grau e o estímulo à agroindústria e às empresas industriais. A modernização − necessária − do setor sucroalcooleiro mecanizou o corte da cana. Isso tem gerado aumento do desemprego, requerendo que a mão de obra disponível seja capacitada e qualificada para as novas funções. Daí decorre, como alternativa, a ampliação dos cursos técnicos, demanda recorrente em todas as oficinas realizadas. 

O município de Jaboticabal, conta com escolas técnicas, a exemplo da Fatec e do Senac, e uma universidade, a Unesp, que oferece cursos nas áreas de agronomia, veterinária e administração, entre outros. Em Sertãozinho, há a Fatec-Sertãozinho e o um campus do IFSP. Em Ribeirão Preto, a Fatec RP e o Senac. Em Mococa, Fatec-Mococa. As demandas convergem para a continuação do cronograma de construção de novas escolas técnicas, atendendo inclusive demandas requeridas para atendimento às cidades de Jardinópolis, Serrana e Orlândia.

A educação é um dos maiores pilares para o desenvolvimento social e econômico dos indivíduos, e gera externalidades positivas que beneficiam toda a comunidade. Justifica-se a abertura em Ribeirão Preto de um campus do IFSP pela própria capacidade produtiva atualmente organizada no município e para além deste arranjo, para o desenvolvimento de novas vocações. Um campus do IFSP na cidade pode contribuir para:

Formação profissional e a qualificação dos trabalhadores e, consequentemente, sua inclusão no mundo do trabalho;

Fortalecimento da economia local com o desenvolvimento dos seus Arranjos Produtivos Locais;

Desenvolvimento social, econômico e cultural, local e regional, sustentável e com inclusão social;

Geração de emprego e renda e, consequentemente, o combate à pobreza e a desigualdade social;

O primeiro passo na retomada das tratativas para a implantação do IFSP no município Preto foi dado no último dia 09 de fevereiro de 2023 com a visita da Reitoria do IFSP à prefeitura de Ribeirão Preto, encontro que reafirmou a posição conjunta de interesse mútuo para a consolidação do campus na cidade. Neste momento, é preciso que as lideranças locais, em conjunto com o poder legislativo e, principalmente, a Prefeitura de Ribeirão Preto formalize na SETEC/MEC a proposta com cessão de local e demais condições para viabilização deste importante projeto para a RMRP. 

Assim, defendemos publicamente a abertura em Ribeirão Preto de um campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, IFSP, e colocamo-nos a disposição do Poder Público, da Casa Legislativa Municipal e do IFSP para colaborar neste processo. 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023

24 DE FEVEREIRO - Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil - A luta é por mais representatividade.

 

24 DE FEVEREIRO - Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil
A luta é por mais representatividade.

O voto feminino foi instituído no Brasil há 91 anos, fruto da luta das mulheres. Contudo, a presença delas nos espaços de decisão ainda é muito aquém de sua responsabilidade na sociedade.

Dos 386 mandatos na Câmara de Ribeirão Preto entre 1948 - 2021, somente 20 vagas foram ocupadas por mulheres. Nunca uma mulher ocupou a cadeira de presidenta da Câmara Municipal de Ribeirão Preto.

O Coletivo Popular Judeti Zilli (PT) inova com a presença de mais 2 co-vereadoras, Adria Maria e Silvia Diogo, que junto com a vereadora Judeti Zilli compõem o Mandato Coletivo Popular, trazendo mais participação feminina no legislativo.

Veja a lista completa por cada legislatura:

1º Leg. 1948-1951 - 31 homens 0 mulher
2º Leg. 1952-1955 - 20 homens 1 mulher
    - Evangelina Pujol Passig - PTN (1º mulher eleita)
3º Leg. 1956-1959 - 21 homens 0 mulher
4º Leg. 1960-1963 - 21 homens 0 mulher
5º Leg. 1964-1969 - 21 homens 0 mulher
6º Leg. 1969-1973 - 18 homens 0 mulher
7º Leg. 1973-1977 - 18 homens 0 mulher
8º Leg. 1977-1983 - 19 homens 0 mulher
9º Leg. 1983-1988 - 19 homens 0 mulher
10º Leg. 1989-1992 - 21 homens 0 mulher
11º Leg. 1993-1996 - 19 homens 2 mulheres
- Delvita PSDB
- Joana Leal PT
12º Leg. 1997-2000 - 18 homens 3 mulheres
- Dárcy Vera PPB
- Joana Leal PT
- Silvana Resende PSDB)
13º Leg. 2001-2004 - 18 homens 3 mulheres
- Dárcy Vera PFL
- Joana Leal PT - Ângela Roberto (PT) suplente
- Silvana Resende PSDB
14º Leg. 2005-2008 - 18 homens 3 mulheres
- Dárcy Vera PFL
- Fátima Rosa PT
- Silvana Resende PSDB
15º Leg. 2009-2012 - 19 homens 2 mulheres
- Silvana Resende PSDB
- Gláucia Berenice PSDB
16º Leg. 2013-2016 - 20 homens 2 mulheres
- Gláucia Berenice PSDB
- Viviane Alexandre PPS
17º Leg. 2017-2020 - 26 homens 1 mulher
- Gláucia Berenice PSDB
18º Leg. 2021-2024 - 19 homens 3 mulheres
- Judeti Zilli PT- Coletivo Popular
- Duda Hidalgo PT
- Gláucia Berenice DEM
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

Informativo do Coletivo Popular Judeti Zilli (PT)

 















UM BREVE RELATO SOBRE A VOTAÇÃO SOBRE DO PLC DO SASSOM


O prefeito NOGUEIRA investiu várias vezes durante o ano de 2022 no sen
tido de fazer mudanças drásticas no SASSOM. As iniciativas foram intempestivas e nocivas, foram sempre recusadas e enfrentadas pelo próprio Coletivo Popular Judeti Zilli, Conselho Deliberativo, Sindicato dos Servidores Municipais e tantos outros segmentos afins, tanto que o governo foi forçado a recuar, devido às pressões dos servidores.

Em meados do ano passado, o Coletivo Popular Judeti Zilli, constituiu uma Comissão Especial de Estudos CEE a qual presidiu, para acompanhar e fiscalizar a proposta e intenções do governo quanto ao reequilíbrio financeiro do Sassom.

O resultado foi a retirada do projeto 48/2022, porém no dia 8 de dezembro a prefeitura protocolou um novo projeto (PLC nº62/2022) com algumas mudanças, mas ainda com várias deformidades inaceitáveis para os trabalhadores e para a recuperação do SASSOM.

Assim que o Coletivo teve acesso ao texto e pode analisar, realizamos uma reunião na câmara com a presença do sindicato, prestadores de serviço, membros do Conselho Deliberativo. Na reunião levantamos várias sugestões de mudanças/emendas que deveriam ser apresentadas para administração.

Sabíamos que se as emendas fossem protocoladas na câmara não seriam aprovadas, assim como não aprovadas as que foram para votação ontem (16/02). Teríamos ainda a discussão sobre a possibilidade de reivindicar um substitutivo do projeto. Tanto o Coletivo Popular como o Sindicato apresentaram à prefeitura várias emendas/mudanças. Com a pressão dos servidores houve uma sinalização favorável às mudanças.

O PLC 62/22 do SASSOM foi colocado em votação na sessão desta quinta-feira, 16/02/2023, como o 4º item da pauta. Até o início dos trabalhos da sessão, aguardávamos o substitutivo como acordado, contudo chegou apenas 2 emendas da Comissão de Constituição e Justiça e nada de substitutivo.

O Coletivo Popular solicitou então o adiamento da votação do projeto por 1 sessão para analisarmos as 2 emendas da CCJ. Durante a discussão os vereadores alinhados com o governo Nogueira, aprovaram a inversão da pauta passado o projeto do SASSOM (que era o 4º na pauta) como o primeiro a ser apreciado. Com 12 votos favoráveis e 8 contrário, o projeto 62/2022 foi aprovado. (12 era o número mínimo de votos necessários para aprovação).

As emendas protocoladas na câmara foram todas rejeitadas. As emendas protocoladas pela CCJ vindas das negociações do Sindicato, do mandato Coletivo Popular Judeti Zilli, discutidas com a categoria, embora não contemplassem todas propostas, sobretudo a que se referia a manutenção de participação de 2/3 do Conselho Deliberativo, fundamental na defesa dos direitos da categoria, associados e credenciados, foram aprovadas, visando dirimir perdas.

O Projeto agora terá nova redação com a inclusão das emendas e vai para 2ª votação na próxima quinta-feira dia 23/02/2023.

Este é um breve resumo da votação deste importantíssimo projeto que mexe com a vida de mais de 20 mil associados ao SASSOM.

O Coletivo Popular entende que realizou com afinco e responsabilidade uma luta bastante importante na defesa da manutenção do SASSOM no atendimento de milhares de famílias em Ribeirão Preto.

Conseguimos amenizar alguns danos, a prefeitura deve destravar os pagamentos aos fornecedores imediatamente, assim como as consultas e exames serão restabelecidos, porém a médio e longo prazo teremos problemas e não nos furtaremos a continuar na defesa dos servidores públicos e suas famílias.

O Sassom é nosso e deve ser um serviço de excelência. Ribeirão Preto tem potencial para isso.






quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

6ª Sessão Ordinária - 16 de fevereiro de 2023


(1) - Discussão Única do  Projeto de Lei nº 16/2023 - IGOR OLIVEIRA - INSTITUI O DIA DO INFLUENCIADOR DIGITAL NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO A SER CELEBRADO NO DIA 17 DE MAIO.

(2) - Discussão Única do  Projeto de Lei nº 16/2023 - IGOR OLIVEIRA - INSTITUI O DIA DO INFLUENCIADOR DIGITAL NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO A SER CELEBRADO NO DIA 17 DE MAIO.


(3) - Discussão Única do  Projeto de Resolução nº 6/2023 - MESA DA CÂMARA MUNICIPAL - ALTERA A REDAÇÃO DO CAPUT E DOS §§ 1º E 2º DO ARTIGO 104 DA RESOLUÇÃO Nº 174, DE 22 DE MAIO DE 2015, QUE ESTABELECE O REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO.


(4) - 1ª Discussão do  Projeto de Lei Complementar nº 62/2022 - PREFEITO MUNICIPAL - DISPÕE SOBRE A ESTRUTURA JURÍDICA E ADMINISTRATIVA DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS MUNICIPIÁRIOS DE RIBEIRÃO PRETO - SASSOM, REGULAMENTA E DEFINE SEGURADOS E DEPENDENTES E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

Conheça algumas das características do novo Minha Casa, Minha Vida

Assembleia do Movimento Livre Nova Ribeirão e GAHRP



O Minha Casa, Minha Vida foi retomado oficialmente nesta terça, 14/2. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou em Santo Amaro (BA) uma Medida Provisória que moderniza o programa habitacional e enfatiza a prioridade ao atendimento da Faixa 1, voltada a pessoas de baixa renda. A intenção do Governo Federal é contratar 2 milhões de obras até 2026.

O programa é voltado para residentes em áreas urbanas com renda bruta familiar mensal de até R$ 8 mil e famílias de áreas rurais com renda bruta anual de até R$ 96 mil. Esse valor não leva em conta benefícios temporários, assistenciais ou previdenciários, como auxílio-doença, auxílio-acidente, seguro-desemprego, Benefício de Prestação Continuada (BPC), Bolsa Família.



A divisão de acordo com faixas de renda é assim:


a) Faixa Urbano 1 - renda bruta familiar mensal até R$ 2.640

b) Faixa Urbano 2 - renda bruta familiar mensal de R$ 2.640,01 a R$ 4.400 e

c) Faixa Urbano 3 - renda bruta familiar mensal de R$ 4.400,01 a R$ 8.000 


No caso das famílias residentes em áreas rurais: 


a) Faixa Rural 1 - renda bruta familiar anual até R$ 31.680

b) Faixa Rural 2 - renda bruta familiar anual de R$ 31.680,01 até R$ 52.800 e

c) Faixa Rural 3 - renda bruta familiar anual de R$ 52.800,01 até R$ 96.000


A aposta do Governo Federal com o Minha Casa, Minha Vida é gerar trabalho e renda, promover o desenvolvimento econômico e social e ampliar a qualidade de vida da população. As habitações podem ser oferecidas sob forma de cessão, doação, locação, comodato, arrendamento ou venda, mediante financiamento ou não.

Há uma lista de requisitos que direcionam aplicação dos recursos do Orçamento da União e de diversos fundos que ajudam a compor o Minha Casa, Minha Vida. Um deles é que o título das propriedades seja prioritariamente entregue a mulheres. 

Entre os outros requisitos, estão:


» Famílias que tenham uma mulher como responsável pela unidade familiar.

» Famílias que tenham na composição familiar pessoas com deficiência, idosos e crianças e adolescentes

» Famílias em situação de risco e vulnerabilidade

» Famílias em áreas em situação de emergência ou de calamidade

» Famílias em deslocamento involuntário em razão de obras públicas federais

» Famílias em situação de rua


O Minha Casa, Minha Vida vem para enfrentar um passivo expressivo.  O país tem  mais de 281 mil pessoas em situação de rua (estudo preliminar do IPEA, 2022), um déficit habitacional de 5,9 milhões de domicílios (2019) e outros 24,8 milhões com algum tipo de inadequação. Adicionalmente, há mais de 5,1 milhões de domicílios em comunidades (IBGE 2019), concentrados nas grandes cidades do Sudeste e do Nordeste e com crescimento expressivo na Região Norte.

ACESSIBILIDADE E SUSTENTABILIDADE - Os projetos, obras e serviços do Minha Casa, Minha Vida devem levar em consideração aspectos de acessibilidade e sustentabilidade. As unidades precisam ser adaptáveis e acessíveis ao uso por pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas, e devem ter atenção à sustentabilidade social, econômica, ambiental e climática, com preferência por fontes de energia renováveis, equipamentos de maior eficiência energética e materiais de construção de baixo carbono, incluídos aqueles oriundos de reciclagem.

O novo programa prevê cinco linhas de ação:


» Subsidiar parcial ou totalmente unidades habitacionais novas em áreas urbanas ou rurais

» Financiar unidades habitacionais novas ou usadas em áreas urbanas ou rurais

» Locação social de imóveis em áreas urbanas

» Provisão de lotes urbanizados

» Melhoria habitacional em áreas urbanas e rurais


Informações sobre as ações do Coletivo Popular Judeti Zilli referente a Reestruturação do Sassom.

Reunião 14/12/2022 - para discussão do projeto e propostas de emendas - Dr. Nonino, Maria Regina, Claudia Torres, Euclides, Denilson Fantini, Valdir Avelino, Judeti Zilli, Danilo Valentim.

O Coletivo Popular Judeti Zili (PT) apresentou 9 emendas junto ao governo Municipal. Qual é o objetivo dessas emendas? Proteger o Sassom e destrava-lo, propondo ao Prefeito Municipal um substitutivo do Projeto de Lei. Ou seja, apresentamos à administração as propostas analisadas e discutidas amplamente com vários grupos e pessoas interessados no tema. 


Ao encaminhar 9 emendas ao executivo, na prática estamos propondo um Projeto de Lei Substitutivo ao Prefeito. Todas as 9 emendas estão nas redes sociais do Coletivo Popular Judeti Zilli, divulgadas no dia 13/02/2023. Iremos conseguir? Não sabemos. O que podemos garantir, é que, a nossa parte enquanto mandato está  sendo cumprida.

 

Desde abril de 2022 quando o Prefeito Municipal tentou terceirizar o Sassom até fevereiro de 2023, o Coletivo Popular vem trabalhando arduamente no sentido de proteger e fortalecer o Sassom. 


Realizamos uma reunião pública com as entidades e servidores, instituímos uma Comissão Especial de Estudos (CEE), apresentamos por meio desta comissão um estudo e relatório, fruto de oitivas, ouvindo o Governo, Conselho Deliberativo, AMAP, Sindicato dos Servidores, Associação dos Servidores, entre outras, convocando duas vezes a Superintendente Tássia Resende, visitando e panfletando na base dos servidores (Parcela da Educação, Daerp, Zoonoses e Endemias), criando textos, cards e vídeos, levando informações até os servidores, fizemos indicações e requerimentos, etc. Enfim, um trabalho de quase 1 ano com muita dedicação e compromisso.


Vale destacar que no dia 14/12/2022, o Coletivo Popular realizou uma reunião, na Câmara Municipal, com o sindicato (Valdir Avelino), AMAP (Dr. Nonino), Conselho Deliberativo (Maria Regina, Denilson Fantini e Claudia Torres), e Associação dos Servidores Municipais (Euclides). 


A reunião foi para discutir a possibilidade de se realizar emendas ao Projeto de Lei de Reestruturação do Sassom, deixá-lo na forma como está prejudicaria muito os servidores. 


Vale destacar que o ato de apresentar emendas é uma das funções de um vereador, ou seja, uma prerrogativa que lhe cabe. Diante do contexto de um projeto de lei com problemas sérios de concepção tramitando na Câmara, e o fato do prefeito sinalizar que não irá retirar o PL, o que nos cabe é fazer emendas e tentar convencer o executivo a aceitar as mesmas para proteger e destravar o Sassom.


Seguimos com seriedade e compromisso efetivo em nossas ações. Garantir a manutenção do Sassom e o direito das pessoas, servidores(as) e familiares à saúde com qualidade, sem perder jamais o norte do fortalecimento do SUS para todos os brasileiros, é um de nossos objetivos. A defesa da manutenção do SASSOM com a máxima qualidade deve envolver toda comunidade e principalmente os agentes públicos. 



Ressaltamos que permanecemos à disposição de qualquer servidor, servidora, dirigente sindical, membros de associações, aposentados e pensionistas e todos os associados na defesa do serviço de qualidade do SASSOM. 


Segue aqui um pequeno resumo das matérias e links de ações que o Coletivo Popular Judeti Zilli (PT) realizou nos últimos meses. 


Coletivo Popular Judeti Zilli



O SASSOM É NOSSO! O ano de 2022 foi de muita luta para o Coletivo Popular na defesa do Sassom. Com trabalho e mobilização, conseguimos que o Projeto de Lei Complementar 48/22 enviado pelo prefeito para votação na Câmara Municipal saísse temporariamente da pauta. Mas assim que o recesso terminar, neste ano, o projeto voltará e somente uma coisa impedirá que seja aprovado pela maioria: a mobilização dos usuários e da sociedade organizada. Acreditamos que mudanças devem ser feitas para melhorar o serviço, sim, mas mudanças que não prejudiquem o órgão e que sejam pensadas junto com o Conselho Deliberativo. Além de ter sido apresentado para votação sem o devido diálogo, o projeto do prefeito encarece o serviço para o usuário e provocará o desmonte do Sassom a médio prazo. Veja aqui as postagens produzidas pelo Coletivo Popular Judeti Zilli (PT) sobre o tema:









08/12 – SUPERINTENDENTE DEIXOU A DESEJAR NAS RESPOSTAS. VEJA AQUI OS PRINCIPAIS MOMENTOS DA SESSÃO EXTRAORDINÁRIA SOBRE O SASSSOM
07/12 – CONVOCAÇÃO PARA SESSÃO EXTRAORDINÁRIA SOBRE O SASSOM https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=588810669914878&id=100063578506862&mibextid=qC1gEa
05/12 – COLETIVO POPULAR CHAMA CATEGORIA PARA SESSÃO EXTRAORDINÁRIA QUE OUVIRÁ A SUPERINTENDENTE DO SASSOM https://fb.watch/hQ8IuB_a7N/?mibextid=qC1gEa
28/11 – SAIU NO DIÁRIO OFICIAL: CONVOCAÇÃO PARA SUPERINTENDENTE PRESTAR ESCLARECIMENTOS NA CÂMARA MUNICIPAL https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=580850874044191&id=100063578506862&mibextid=qC1gEa
27/11 – COLETIVO POPULAR DISCUTE PROPOSTA DA PREFEITURA PARA O SASSOM NO BLOG O CALÇADÃO
25/11 – SAIU NA MÍDIA, CHEFE DO SASSOM VAI À CÂMARA DEPOR https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=578132004316078&id=100063578506862&mibextid=qC1gEa
24/11 – CÂMARA NÃO DEVE PAUTAR PROJETO DO SASSOM ENQUANTO NÃO OUVIR SUPERINTENDENTE https://fb.watch/hQ8MFGH3Rj/?mibextid=qC1gEa
27/10 – COLETIVO POPULAR FAZ CONVOCAÇÃO NAS BASES E NAS REDES PARA SESSÃO DA CÂMARA QUE VOTARÁ PROJETO DO SASSOM https://fb.watch/hQ8Qb1flr7/?mibextid=qC1gEa
13/10 – NOGUEIRA ENCAMINHA À CÂMARA PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR 48/2022 QUE DESMONTA E ENCARECE O SASSOM https://www.facebook.com/ColetivoPopularRP/videos/5676999145656903/?extid=NS-UNK-UNK-UNK-IOS_GK0T-GK1C&mibextid=2Rb1fB
19/08 – LEITURA DO RELATÓRIO FINAL DA CEE DO SASSOM https://fb.watch/hQ8R08-bKX/?mibextid=qC1gEa
18/08 – CEE DO SASSOM FINALIZA RELATÓRIO https://fb.watch/hQ8SliYCom/?mibextid=qC1gEa
28/05 – SAIU NA MÍDIA: SASSOM REVOGA EDITAL DE TERCEIRIZAÇÃO https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=427671662695447&id=100063578506862&mibextid=qC1gEa
25/05 – SUPERINTENDENTE TÁSSIA FALTA À CEE DO SASSOM. JUDETI ZILLI SE MANIFESTA
19/05 – COLETIVO POPULAR VISITA SERVIDORES DA SAÚDE NA VILA TIBÉRIO. TEMA: DESMONTE DO SASSOM https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=421331569996123&id=100063578506862&mibextid=qC1gEa
27/04 – JUDETI FALA SOBRE POSSÍVEIS MUDANÇAS NO SASSOM E CONCLAMA SERVIDORES A BUSCAREM DIÁLOGO

Pauta da sessão - 19 de outubro de 2023

1 Discussão Única  do    Projeto de Lei nº 78/2023  -  ALESSANDRO MARACA DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DA CAMPANHA PERMANENTE DE CONSCIENTIZAÇÃO DO...